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sábado, 19 de dezembro de 2009
Formspring.me
Caras, tô curtindo muito o formspring. Então, divirtam-se lendo e fazendo perguntas :D
Link: http://www.formspring.me/drunksquirrel
love xx
- Tatiana Cruz.
domingo, 18 de outubro de 2009
Meu querido diário... oiq [7]
Eu GOSTAVA do horário de verão... quando eu tinha 7 anos e nenhuma preocupação com horário. Agora eu tenho uma escola de merda pra ir, trabalhos de merda pra fazer e mais especificamente hoje acordarei às QUATRO E MEIA. Que LEGAL e saudável, é meia noite e cinco e eu completamente acordada, sem sono nenhum, sem criatividade e com livros pra ler. Desisti de tentar dormir, vou ver o Greatest Hits DVD do blink.
voltei pra um edit básico: que PORRA de falta de criatividade é essa que eu tô? Ô fase de merda ):
- Tatiana Cruz.
voltei pra um edit básico: que PORRA de falta de criatividade é essa que eu tô? Ô fase de merda ):
- Tatiana Cruz.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Meu querido diário... oiq [6]
Fiz prática de microscopia hoje, depois de uns 20 minutos olhando células felizes pelo microscópio eu tive a pior dor de cabeça. Ever.
Acho que preciso usar óculos, pelo menos foi isso que os professores disseram.
Tenho várias provas extremamente difíceis semana que vem, tenho prova amanhã e duas depois de amanhã. Final de semana? Nemverei.
Life is good.
Excluí minha lastfm, tipo que meu gosto musical mudou. Muito. E eu tô pouco me fodendo.
Não tenho escrito nada que preste, mas tenho criado umas coisas no violão e comprei um fone de ouvido novo.
Fuck it all.
Meu aniversário tá chegando e por mim eu não colocaria o pé pra fora do meu quarto o sábado inteiro, mas tenho amigos que fazem aniversário dia 15 e 16, tamo combinando de fazer algo todos juntos pra comemorar felizes, provavelmente paintball.
"Friendship is what really matters."
-Tatiana Cruz.
sábado, 29 de agosto de 2009
No title is a title.
Nothing is where should be,
but we still smiling
because we see the horizon,
future can tell us better stories.
Nothing is where should be,
but we still walking...
So miles away,
but we can go through.
We are where we should be.
We do what we can do.
Somethings will change,
but we will stay the same.
Isso futuramente será uma música. Eu fiz essa letra quinta-feira, surgiu de uma aposta minha com o Indio, eu disse: eu escrevo uma música hoje, te entrego e amanhã você traz a parte instrumental, já é?
E assim foi. Escrevi durante a aula de Filosofia, numa vibe meio otimista, foi beem um PASSING FEELING - como diria o Elliottinho.
Agora Adriano também tá ajudando nos instrumentais. Tipo trio sertanejo, sabe? (H) #NOT
- Tatiana Cruz.
domingo, 9 de agosto de 2009
Note found in a trash can.
Look through me and you'll see the mirror of my mind, the river of my soul, with my flowing thoughts... Sometimes stormy, sometimes fond. Even so, there's so much passion to be found.
Esse será o layout forevermente, botei o título em letra maiúscula e é isso aí, abs.
- Tatiana Cruz.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Meu querido diário... oiq [5]
Fazendo coisas novas, experimentando... um pouco.
Pasme: estou fazendo uma música. E vai ser meio folkzinha.
Pode tirar seu queixo do chão agora, fucker.
Vai ficar boa, eu espero. :)
Tô fazendo a letra ainda, sinto que ainda tá bem longe de ficar pronta, mas isso é o que eu tenho até agora:
"It's a new dawn,
open your eyes to the sky
and blink as the sun comes.
Can you feel
how things are real now?
It's a new dawn, it's a new dawn
and if you aren't ready
soon you'll be dead.
This is life,
we have just one simple law
live now, live now."
- Tatiana Cruz.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Meu querido diário... oiq [4]
Tenho tantas coisas pra postar aqui, mas me falta tempo. Como sempre, obviamente. Sinto que amadureci muito na escrita, os assuntos mudaram e minha forma de escrever também, tenho escrito muito mais em inglês do que em português. Não consigo mais escrever em português, paro na terceira linha, antes que o texto vire um desastre.
Continuo com o mesmo "processo criativo" bizonho de sempre: deito na cama e escrevo, simples. Sim, eu escrevo deitada, por isso que meu caderno é aquela coisa linda e ainda é todo rabiscado.
Essas coisas não importam tanto assim, o negócio é que tô escrevendo melhor, pelo menos ao meu ver, e o próximo post será decente. :D
Decidi que devido a minha ubber dificuldade em dar nome ao que escrevo, eu provavelmente pegarei um trecho de texto/música/algo que eu goste pra ser o nome. O próximo será com uma música do Elliott Smith. *-*
Beijos, galere linda, gostosa e cheirosa.
- Tatiana Cruz.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Amar uma vez e sempre.
" Kátia Vevel, Rio - A rigor, a sua tragédia não existe: ou só existe de uma maneira muito relativa. O mais importante, o fundamental, você tem: ama e é amado. E se quer obter um mínimo de felicidade, parta, sempre, do seguinte princípio: o verdadeiro amor não pode ser integralmente feliz. Você sabe qual é o grande erro da maioria absoluta das mulheres? Ei-lo: - achar que o fato de amar implica, obrigatoriamente, a felicidade. Quem ama, pensa que vai ser felicíssimo; e estranha qualquer espécie de sofrimento. Ora, a vida ensina, justamente, que duas criaturas que se amam, sofrem, fatalmente. Não por culpa de um ou de outro; mas em consequência do próprio sentimento. É exato que os amores têm seus êxtases deslumbrantes, momentos perfeitos, musicais etc. etc. mas eu disse 'momentos' e não 24 horas de cada dia.
Quando uma mulher apaixonada se queixa, eu tenho vontade de fazer-lhe esta pergunta: 'não lhe basta amar? Você quer, ainda por cima, ser feliz?'. Pois o destino quando concede a graça inefável do amor, subtrai uma série de outras coisas. Antes de mais nada, o sossego. Quem ama, não tem sossego, perdeu-o, para sempre. A intensidade de qualquer amor é, por si mesma, trágica. Você, minha doce amiga, escreve: 'tenho ciúme de tudo e de todos'. E isso já implica num sofrimento incessante e atroz. Mas, acontece uma coisa com os sofrimentos do amor: eles se tornam um hábito, se fazem necessários e, no fim de certo tempo, se incorporam à nossa vida, participam dela, de maneira integral. Sofrer pela criatura amada - permita que lhe diga - não é um mal, é quase um bem. Você conhece tristezas mais lindas, mais inspiradoras, do que as tristezas do amor? Não, não há minha querida amiga. Uma pessoa sensata diria: 'são tristezas', ao que eu replicaria: 'Mas de amor!'. E tristezas desta natureza valem qualquer alegria.Vejamos, porém, concretamente, o seu caso. Você, há tempos, teve uma lesão pulmonar. Não sei se a chamada 'peste branca' espanta alguém. A mim, não. Nem doença de espécie alguma. Se há amor, qualquer espécie de enfermidade, ainda as mais atrozes, torna mais doce e mais fortes os vínculos que unem duas criaturas. E mais vale uma lesão pulmonar do que uma lesão de caráter, uma lesão de alma. As únicas doenças que realmente, me assustam são as morais. Durante o seu tratamento, você ficou em uma tal prostração que, digamos, se desinteressou da vida. Foi um mal, cara amiga. Se lhe faltava saúde, sobrava-lhe, no entanto, uma série de outros dons, para merecer a vida e dignificá-la. Mais tarde, quando você ficou boa, encontrou-se acidentalmente, com aquele que seria o seu bem amado. Um olhar, um brevíssimo flirt e este resultado maravilhoso: um amor recíproco e definitivo. Mas sucede que havia uma outra se interpondo entre vocês dois. Uma outra que não fazia o seu bem-amado feliz; que não o compreendia; que não tentava um esforço pela sua felicidade. Ele tinha companhia e era solitário. Ora, não há pior solidão do que estar mal acompanhado. Mais vale o deserto do Saara. Assim, ele encontrou, em você, toda a ânsia, toda a sede de amar. E você o retribuiu, apaixonadamente. Então, começou o que você chama o seu martírio. Você sofria e isso o espantava. Se você tivesse experiência de vida, saberia que o sofrimento, maior ou menor, é inseparável do amor. Impossível amar sem sofrer. E quando não há motivos concretos, a pessoa os inventa.
O amoroso, ou amorosa, é, por excelência, fabricante de fantasmas, fabricante de possibilidades sinistras. Chega-se a sofrer por hipóteses as mais remotas, as mais inverossímeis, as mais absurdas. Imaginemos o marido de uma senhora honestíssima. Ele se põe a pensar: - 'e se ela, um dia, me trair?'. É isto que eu chamo sofrer por hipótese. Você sofreria, Kátia, se a situação fosse outra, e outras as circunstâncias. Contente-se com momentos de felicidade, não queria ser feliz as 24 horas do dia. Não sonhe com uma felicidade que não é compatível com a nossa condição humana.Você me perguntou se deve contar a criatura amada o seu ciúme. Acho que não. E explicarei por quê. Na minha opinião, a grande sabedoria, em amor, consiste em ter o ciúme e escondê-lo, ou , então, dar ao ciúme uma exteriorização muito pouco agressiva, muito pouco truculenta. Ouça, Kátia: não acredite que o seu bem-amado a traia. Mesmo que ele quisesse, não o conseguiria. Ninguém gosta de duas pessoas ao mesmo tempo. Assim como ele é o único homem para você, você é, para ele, a única mulher na face da Terra. "
- Nelson Rodrigues.
Nelson é, sem dúvida, um dos meu maiores ídolos. Acho graça do preconceito criado em relação ao que ele escreve, como se ninguém fizesse sexo, como se ninguém traísse, ou coisas assim, além disso, como se ninguém tivesse paixões platônicas. É muita hipocrisia pra mim. E o que move o Homem (isso mesmo, com 'H' maiúsculo, a espécie humana) se não o amor? Nem sempre por outras pessoas, mas por si mesmo, amor pela vida e pelas coisas que o cercam. Começou apenas por uma pura questão de sobrevivência, e atualmente é tratado mais como questão de morte do que vida. O fato é que hoje, amanhã ou a trilhões de anos atrás, não importa, estamos todos fadados a amar.
- Tatiana Cruz.
Quando uma mulher apaixonada se queixa, eu tenho vontade de fazer-lhe esta pergunta: 'não lhe basta amar? Você quer, ainda por cima, ser feliz?'. Pois o destino quando concede a graça inefável do amor, subtrai uma série de outras coisas. Antes de mais nada, o sossego. Quem ama, não tem sossego, perdeu-o, para sempre. A intensidade de qualquer amor é, por si mesma, trágica. Você, minha doce amiga, escreve: 'tenho ciúme de tudo e de todos'. E isso já implica num sofrimento incessante e atroz. Mas, acontece uma coisa com os sofrimentos do amor: eles se tornam um hábito, se fazem necessários e, no fim de certo tempo, se incorporam à nossa vida, participam dela, de maneira integral. Sofrer pela criatura amada - permita que lhe diga - não é um mal, é quase um bem. Você conhece tristezas mais lindas, mais inspiradoras, do que as tristezas do amor? Não, não há minha querida amiga. Uma pessoa sensata diria: 'são tristezas', ao que eu replicaria: 'Mas de amor!'. E tristezas desta natureza valem qualquer alegria.Vejamos, porém, concretamente, o seu caso. Você, há tempos, teve uma lesão pulmonar. Não sei se a chamada 'peste branca' espanta alguém. A mim, não. Nem doença de espécie alguma. Se há amor, qualquer espécie de enfermidade, ainda as mais atrozes, torna mais doce e mais fortes os vínculos que unem duas criaturas. E mais vale uma lesão pulmonar do que uma lesão de caráter, uma lesão de alma. As únicas doenças que realmente, me assustam são as morais. Durante o seu tratamento, você ficou em uma tal prostração que, digamos, se desinteressou da vida. Foi um mal, cara amiga. Se lhe faltava saúde, sobrava-lhe, no entanto, uma série de outros dons, para merecer a vida e dignificá-la. Mais tarde, quando você ficou boa, encontrou-se acidentalmente, com aquele que seria o seu bem amado. Um olhar, um brevíssimo flirt e este resultado maravilhoso: um amor recíproco e definitivo. Mas sucede que havia uma outra se interpondo entre vocês dois. Uma outra que não fazia o seu bem-amado feliz; que não o compreendia; que não tentava um esforço pela sua felicidade. Ele tinha companhia e era solitário. Ora, não há pior solidão do que estar mal acompanhado. Mais vale o deserto do Saara. Assim, ele encontrou, em você, toda a ânsia, toda a sede de amar. E você o retribuiu, apaixonadamente. Então, começou o que você chama o seu martírio. Você sofria e isso o espantava. Se você tivesse experiência de vida, saberia que o sofrimento, maior ou menor, é inseparável do amor. Impossível amar sem sofrer. E quando não há motivos concretos, a pessoa os inventa.
O amoroso, ou amorosa, é, por excelência, fabricante de fantasmas, fabricante de possibilidades sinistras. Chega-se a sofrer por hipóteses as mais remotas, as mais inverossímeis, as mais absurdas. Imaginemos o marido de uma senhora honestíssima. Ele se põe a pensar: - 'e se ela, um dia, me trair?'. É isto que eu chamo sofrer por hipótese. Você sofreria, Kátia, se a situação fosse outra, e outras as circunstâncias. Contente-se com momentos de felicidade, não queria ser feliz as 24 horas do dia. Não sonhe com uma felicidade que não é compatível com a nossa condição humana.Você me perguntou se deve contar a criatura amada o seu ciúme. Acho que não. E explicarei por quê. Na minha opinião, a grande sabedoria, em amor, consiste em ter o ciúme e escondê-lo, ou , então, dar ao ciúme uma exteriorização muito pouco agressiva, muito pouco truculenta. Ouça, Kátia: não acredite que o seu bem-amado a traia. Mesmo que ele quisesse, não o conseguiria. Ninguém gosta de duas pessoas ao mesmo tempo. Assim como ele é o único homem para você, você é, para ele, a única mulher na face da Terra. "
- Nelson Rodrigues.
Nelson é, sem dúvida, um dos meu maiores ídolos. Acho graça do preconceito criado em relação ao que ele escreve, como se ninguém fizesse sexo, como se ninguém traísse, ou coisas assim, além disso, como se ninguém tivesse paixões platônicas. É muita hipocrisia pra mim. E o que move o Homem (isso mesmo, com 'H' maiúsculo, a espécie humana) se não o amor? Nem sempre por outras pessoas, mas por si mesmo, amor pela vida e pelas coisas que o cercam. Começou apenas por uma pura questão de sobrevivência, e atualmente é tratado mais como questão de morte do que vida. O fato é que hoje, amanhã ou a trilhões de anos atrás, não importa, estamos todos fadados a amar.
- Tatiana Cruz.
sábado, 11 de abril de 2009
Backwards reversal.
Time is running thin
and I am not here.
Where I've been?
And I am not who I should
I wish I could have a meaning
Because time is running thinner.
Take a look around
and you will see
that everything goes down
without mercy, without a sound.
I will never be where I need to be.
And when that happens
there will be nothing after
then get ready for the next disaster.
The sky is dark
as the usual.
I am on a crack
and I've been cruel
with my mind.
Killing myself every night
I am mourning, how many times I've tried?
This doubt is putting me so down
but I know that you do not care if I drown
and I will... In my tears, in my whisky
because I wear an anchor as a crown.
You know, for me life was never easy
No damn pleasing for years.
There is blood running through my ears
but I do not wanna hear a thing
I want you near.
Não lembro exatamente o dia ou o mês em que escrevi isso, mas lembro que foi nas férias desse ano. Isso diz muito, por exemplo: férias = dias inteiros morgando fazendo nada. Apesar de não lembrar datas, lembro exatamente como foi o dia e como me sentia. Era apenas mais um dia, nem sol nem chuva, e eu, como de costume, estava deitada na rede da varanda, tendo meus devaneios e lembro que, por motivo desconhecido, estava muito deprimida e resolvi ouvir música, eis que acabei passando o dia inteiro ouvindo Estrus do John Frusciante e olhando o céu. Não, fazer isso não me ajudou nada, porque foi algo instantâneo, os sentimentos e coisas na minha cabeça, era como se um arco-íris explodisse em mim; mas ao invés de cores, se abriam sentimentos, e eram muitos, e como se um prisma passasse por mim, então eu não sentia nenhum deles, só tinha muita vontade de chorar.
- Tatiana Cruz.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Descobertas.
"I can hear my train comin'
It's a lonesome and distant cry
I can hear my train comin'
Now I'm runnin' for my life
What makes a man walk away from his mind?
I think I know, I think I might know.
I can feel the wind blowin'
It's sending shivers down my spine
I can feel the wind blowin'
It shakes the trees and the power lines
What makes a man spend his whole life in disguise?
I think I know, I think I might know.
I can see the sun settin'
It's casting shadows on the sea
I can see the sun, it's setting
It's getting colder, starting to freeze
What makes a man want to break a heart with ease?
I think I know, I think I might know.
Well I can hear my train comin'
Looks like time is not on my side
Well I can hear my train comin'
I'm still runnin' for my life
What makes a man pray, when he's about to die?
I think I know, I think I might know. "
- What makes a man? por City and Colour.
Dallas Green sobre seu novo álbum, que será lançado esse ano: "I am currently working on the title, but they call it falling because that is the albums theme. I don't mean falling off your bike or anything, I mean falling from society, falling from life."
Por enquanto a melhor coisa que descobri esse ano, estou amando.
- Tatiana Cruz.
terça-feira, 24 de março de 2009
Meu querido diário... oiq [2]
Tenho estado mais bipolar que o normal, muito mais, fato.
Tenho pensado mais, muito mais, outro fato.
Tenho feito muito mais coisas, mas elas tem perdido a intensidade e profundidade, toda a emoção, graça e prazer. Acho que é por isso que tenho feito tantas. Mas tenho apenas feito por fazer, e olhe lá.
Tenho estado mais niilista, como nos velhos tempos, outro grande fato. É isso aê, champs, sou aquele que nada quer e estou conformada com a realidade.
Anywayz, os dias vêm e do tempo ninguém foge.
Estava morrendo de medo das provas, porque o que não faltou foi gente falando que as provas eram o capeta com dois tridentes, exú de calça arriada, etc. Estudei que nem uma louca no final de semana... Ah, exagero, estudei o suficiente, porque apesar de dormir em todas as aulas, porque tudo é um tédio infernal, menos os laboratórios, eu tô com a matéria em dia e entendendo tudo.
Na segunda teria prova de Português e Física, isso aê, teria, o professor de Física não conseguiu imprimir a prova, logo não tivemos. E Português, ah, Português, foi a melhor piada, a professora que mais odeia minha turma deu uma prova em dupla e com consulta, era sobre uma folhinha lá que ela deu que fala sobre conceitos de cultura e história da língua portuguesa.
Hoje, hoje foi realmente fogo na roupa, prova de matemática, eu estava bem tranquila até, a prova começou 12:30, e os primeiros quinze minutos com essa prova foram os piores quinze minutos da minha vida, eu achei que ia enfartar, meu coração pulsava de uma forma desordenada e preocupante. A prova foi um absurdo, ele a leu e tal, e depois foi conversar na porta com umas garotas de períodos mais avançados e disse: "HAHA, calouros, primeiro período, primeira prova, eu faço logo uma impossível, pra deixar logo a turma toda de recuperação, que nem período passado, pra eles aprenderem o que é matemática (H)".
"Ah, feladaputa" Era a única coisa que conseguia pensar, a prova era uma coisa completamente fora da realidade da turma e da matéria que ele deu, pra exemplificar: tinha uma questão sobre Variância, uma matéria que ele admitiu ser de 5º período... QUINTO! Muito legal isso, e eu no primeiro, sem ter ideia do que fazer, ele alegou que é só pra dar um gosto da matéria pra gente. Mas no final acho que fui bem, apesar de tudo, consegui fazer oito questões e a média é seis, ele disse que entregará a prova quinta-feira, e quem ficar com menos que seis já vai pra recuperação, o que é bom, porque já vai pro G2(2ªprova) sabendo quanto precisa.
Bom, é isso, os dias aparentam calma e monotoniedade, mas a imagem não muda porque passa rápido demais para se notar alguma diferença.
- Tatiana Cruz.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Meu querido diário... oiq
É como se as 24 horas não me bastassem, é como se eu tivesse que viver por umas 3 pessoas. Isso implica em triplo de trabalho/obrigações, triplo de insônia, triplo de tristeza, e triplo de muitas coisas a mais. A verdade é que estou esgotada, cheguei no meu limite, se alguém me pedir para mover uma palha a mais eu surto. Tenho me sentido assim faz uns meses já, mas desde umas semanas atrás tenho movido montanhas, ou seja, eu já passei do ponto de surto, a bomba que ia explodir a cada 1 segundo milagrosamente se desarmou sozinha, meu cérebro se acostumou e adequou a loucura.
Sinto que se eu tiver algum tempo pra descansar irei dormir uma semana inteira. É cansaço mental e físico, é a saudade me caçando me lembrando como é bom ser feliz e ter pessoas de verdade do lado, é a merda da educação física que me deixa toda dolorida.
Ah, eu ando sem tempo, sem tempo de verdade, tenho feito a maioria das coisas em menos de meia hora, tudo por instinto, sem tempo para pensar nem nada.
Tá tudo tão automático, cumprimento 50 pessoas exatamente da mesma forma, eu não preciso saber nomes mesmo. E os míseros minutos que tenho com pessoas que valem a pena, pessoas que eu realmente amo, passam como segundos voando, eu mal posso sentir.
Ah, mas eu ando sem tempo, sem tempo de verdade, é como se meu relógio tivesse explodido, e eu tivesse criado meu próprio tempo, 500 vezes mais rápido que o "tempo normal", isso não é bom, nada bom. Tá tudo tão corrido que tenho almoçado vendo Power Rangers, e escrito resumos sobre minha mediocridade óbvia e cotidiana em menos de meia hora.
- Tatiana Cruz.
quinta-feira, 12 de março de 2009
I'll meet you in the fog again.
Fim... E tudo se resume a isso, querendo ou não, o fim sempre estará lá, te esperando pra dizer adeus e não há nada que se possa fazer, esperar e ver tudo acabar, nem salvar, nem nada, e aí vem o fim, sempre vem. Normalmente precedido de mudanças, evoluções dolorosas e afins. Sempre vêm. Não há procedência indicada, ele vem, sempre vem, mas o fim só espera pelo começo.
Seria muito melhor se fosse real e com um pouco mais de sentimento.
- Tatiana Cruz.
quarta-feira, 4 de março de 2009
A Hora.
O relógio quebrado continua a despertar
como um alarme para o passado me torturar.
- Tatiana Cruz (??/12/2008)
Matei o passado
há muito me incomodava,
não sobrou nenhum pecado.
- Tatiana Cruz (??/07/2006)
É como Seu Chico (o cara que "faz" minha condução) diz: "Esse negócio de vida é fogo na roupa, um dia todo mundo acaba pelado e queimado." Seu Chico descobriu há pouco tempo que terá que operar o estômago, tirar grande parte dele, suspeita de câncer.
- Tatiana Cruz.
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