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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Congratulation, I Hate You.
"No one ever said that life was fair
and I'm not saying that it should be.
So knowing that you are where you want to be
and I'm not comes as no surprise,
but don't expect me to be happy for you
and don't smile at me and tell me things will work out for me too,
I don't want your pity... I hate your pity.
Taste your vanity
its sweet bitterness as you hide behind
your veil of my stolen hopes and lost dreams,
you took them all.
I watched you steal my thoughts and had to see you smile
as you build your dreams on my shattered hopes,
I'll look back on a day once loved and fantasize for tragedy.
Swallow your pride!
Beg me to make this easier and listen to my hopeless cries.
Suffer alone in emptiness!
I lust to see you swallowed by the mess that you left in your wake,
disgust lies deep within your empty gaze."
- Alesana.
Não botei a música toda porque é muito grande e tals, flw
- Tatiana Cruz.
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Música,
Nada,
Pensamento do dia
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Love will tear us apart.
"When routine bites hard
and ambitions are low
and resentment rides high,
but emotions won't grow
and we're changing our ways, taking different roads.
Then love, love will tear us apart again.
Love, love will tear us apart again.
Why is the bedroom so cold?
You've turned away on your side.
Is my timing that flawed?
Our respect run so dry
yet there's still this appeal that we've kept through our lives,
but love, love will tear us apart again.
Love, love will tear us apart again.
You cry out in your sleep,
all my failings exposed
and there's a taste in my mouth
as desperation takes hold,
just that something so good just can't function no more,
but love, love will tear us apart again.
Love, love will tear us apart again."
- Ian Curtis.
domingo, 16 de agosto de 2009
Happiness.
"Activity's killing the actor
and the cop's standing out in the road,
turning traffic away.
There was nothing she could do until after,
when his body'd been buried below
way back in the day.
Oh my, nothing else could have been done,
he made his life a lie so,
he might never have to know anyone,
made his life a lie, you know...
I told him that he shouldn't upset her
and that he'd only be making it worse
involving somebody else,
but I knew that he'd never forget her,
while her memory worked in reverse
to keep her safe from herself
and oh my, nothing else could have been done,
she made her life a lie so,
she might never have to know anyone,
made her life a lie, you know...
What I used to be will pass away and then you'll see
that all I want now is happiness for you and me.
What I used to be will pass away and then you'll see
that all I want now is happiness for you and me. "
- Elliott Smith.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Amar uma vez e sempre.
" Kátia Vevel, Rio - A rigor, a sua tragédia não existe: ou só existe de uma maneira muito relativa. O mais importante, o fundamental, você tem: ama e é amado. E se quer obter um mínimo de felicidade, parta, sempre, do seguinte princípio: o verdadeiro amor não pode ser integralmente feliz. Você sabe qual é o grande erro da maioria absoluta das mulheres? Ei-lo: - achar que o fato de amar implica, obrigatoriamente, a felicidade. Quem ama, pensa que vai ser felicíssimo; e estranha qualquer espécie de sofrimento. Ora, a vida ensina, justamente, que duas criaturas que se amam, sofrem, fatalmente. Não por culpa de um ou de outro; mas em consequência do próprio sentimento. É exato que os amores têm seus êxtases deslumbrantes, momentos perfeitos, musicais etc. etc. mas eu disse 'momentos' e não 24 horas de cada dia.
Quando uma mulher apaixonada se queixa, eu tenho vontade de fazer-lhe esta pergunta: 'não lhe basta amar? Você quer, ainda por cima, ser feliz?'. Pois o destino quando concede a graça inefável do amor, subtrai uma série de outras coisas. Antes de mais nada, o sossego. Quem ama, não tem sossego, perdeu-o, para sempre. A intensidade de qualquer amor é, por si mesma, trágica. Você, minha doce amiga, escreve: 'tenho ciúme de tudo e de todos'. E isso já implica num sofrimento incessante e atroz. Mas, acontece uma coisa com os sofrimentos do amor: eles se tornam um hábito, se fazem necessários e, no fim de certo tempo, se incorporam à nossa vida, participam dela, de maneira integral. Sofrer pela criatura amada - permita que lhe diga - não é um mal, é quase um bem. Você conhece tristezas mais lindas, mais inspiradoras, do que as tristezas do amor? Não, não há minha querida amiga. Uma pessoa sensata diria: 'são tristezas', ao que eu replicaria: 'Mas de amor!'. E tristezas desta natureza valem qualquer alegria.Vejamos, porém, concretamente, o seu caso. Você, há tempos, teve uma lesão pulmonar. Não sei se a chamada 'peste branca' espanta alguém. A mim, não. Nem doença de espécie alguma. Se há amor, qualquer espécie de enfermidade, ainda as mais atrozes, torna mais doce e mais fortes os vínculos que unem duas criaturas. E mais vale uma lesão pulmonar do que uma lesão de caráter, uma lesão de alma. As únicas doenças que realmente, me assustam são as morais. Durante o seu tratamento, você ficou em uma tal prostração que, digamos, se desinteressou da vida. Foi um mal, cara amiga. Se lhe faltava saúde, sobrava-lhe, no entanto, uma série de outros dons, para merecer a vida e dignificá-la. Mais tarde, quando você ficou boa, encontrou-se acidentalmente, com aquele que seria o seu bem amado. Um olhar, um brevíssimo flirt e este resultado maravilhoso: um amor recíproco e definitivo. Mas sucede que havia uma outra se interpondo entre vocês dois. Uma outra que não fazia o seu bem-amado feliz; que não o compreendia; que não tentava um esforço pela sua felicidade. Ele tinha companhia e era solitário. Ora, não há pior solidão do que estar mal acompanhado. Mais vale o deserto do Saara. Assim, ele encontrou, em você, toda a ânsia, toda a sede de amar. E você o retribuiu, apaixonadamente. Então, começou o que você chama o seu martírio. Você sofria e isso o espantava. Se você tivesse experiência de vida, saberia que o sofrimento, maior ou menor, é inseparável do amor. Impossível amar sem sofrer. E quando não há motivos concretos, a pessoa os inventa.
O amoroso, ou amorosa, é, por excelência, fabricante de fantasmas, fabricante de possibilidades sinistras. Chega-se a sofrer por hipóteses as mais remotas, as mais inverossímeis, as mais absurdas. Imaginemos o marido de uma senhora honestíssima. Ele se põe a pensar: - 'e se ela, um dia, me trair?'. É isto que eu chamo sofrer por hipótese. Você sofreria, Kátia, se a situação fosse outra, e outras as circunstâncias. Contente-se com momentos de felicidade, não queria ser feliz as 24 horas do dia. Não sonhe com uma felicidade que não é compatível com a nossa condição humana.Você me perguntou se deve contar a criatura amada o seu ciúme. Acho que não. E explicarei por quê. Na minha opinião, a grande sabedoria, em amor, consiste em ter o ciúme e escondê-lo, ou , então, dar ao ciúme uma exteriorização muito pouco agressiva, muito pouco truculenta. Ouça, Kátia: não acredite que o seu bem-amado a traia. Mesmo que ele quisesse, não o conseguiria. Ninguém gosta de duas pessoas ao mesmo tempo. Assim como ele é o único homem para você, você é, para ele, a única mulher na face da Terra. "
- Nelson Rodrigues.
Nelson é, sem dúvida, um dos meu maiores ídolos. Acho graça do preconceito criado em relação ao que ele escreve, como se ninguém fizesse sexo, como se ninguém traísse, ou coisas assim, além disso, como se ninguém tivesse paixões platônicas. É muita hipocrisia pra mim. E o que move o Homem (isso mesmo, com 'H' maiúsculo, a espécie humana) se não o amor? Nem sempre por outras pessoas, mas por si mesmo, amor pela vida e pelas coisas que o cercam. Começou apenas por uma pura questão de sobrevivência, e atualmente é tratado mais como questão de morte do que vida. O fato é que hoje, amanhã ou a trilhões de anos atrás, não importa, estamos todos fadados a amar.
- Tatiana Cruz.
Quando uma mulher apaixonada se queixa, eu tenho vontade de fazer-lhe esta pergunta: 'não lhe basta amar? Você quer, ainda por cima, ser feliz?'. Pois o destino quando concede a graça inefável do amor, subtrai uma série de outras coisas. Antes de mais nada, o sossego. Quem ama, não tem sossego, perdeu-o, para sempre. A intensidade de qualquer amor é, por si mesma, trágica. Você, minha doce amiga, escreve: 'tenho ciúme de tudo e de todos'. E isso já implica num sofrimento incessante e atroz. Mas, acontece uma coisa com os sofrimentos do amor: eles se tornam um hábito, se fazem necessários e, no fim de certo tempo, se incorporam à nossa vida, participam dela, de maneira integral. Sofrer pela criatura amada - permita que lhe diga - não é um mal, é quase um bem. Você conhece tristezas mais lindas, mais inspiradoras, do que as tristezas do amor? Não, não há minha querida amiga. Uma pessoa sensata diria: 'são tristezas', ao que eu replicaria: 'Mas de amor!'. E tristezas desta natureza valem qualquer alegria.Vejamos, porém, concretamente, o seu caso. Você, há tempos, teve uma lesão pulmonar. Não sei se a chamada 'peste branca' espanta alguém. A mim, não. Nem doença de espécie alguma. Se há amor, qualquer espécie de enfermidade, ainda as mais atrozes, torna mais doce e mais fortes os vínculos que unem duas criaturas. E mais vale uma lesão pulmonar do que uma lesão de caráter, uma lesão de alma. As únicas doenças que realmente, me assustam são as morais. Durante o seu tratamento, você ficou em uma tal prostração que, digamos, se desinteressou da vida. Foi um mal, cara amiga. Se lhe faltava saúde, sobrava-lhe, no entanto, uma série de outros dons, para merecer a vida e dignificá-la. Mais tarde, quando você ficou boa, encontrou-se acidentalmente, com aquele que seria o seu bem amado. Um olhar, um brevíssimo flirt e este resultado maravilhoso: um amor recíproco e definitivo. Mas sucede que havia uma outra se interpondo entre vocês dois. Uma outra que não fazia o seu bem-amado feliz; que não o compreendia; que não tentava um esforço pela sua felicidade. Ele tinha companhia e era solitário. Ora, não há pior solidão do que estar mal acompanhado. Mais vale o deserto do Saara. Assim, ele encontrou, em você, toda a ânsia, toda a sede de amar. E você o retribuiu, apaixonadamente. Então, começou o que você chama o seu martírio. Você sofria e isso o espantava. Se você tivesse experiência de vida, saberia que o sofrimento, maior ou menor, é inseparável do amor. Impossível amar sem sofrer. E quando não há motivos concretos, a pessoa os inventa.
O amoroso, ou amorosa, é, por excelência, fabricante de fantasmas, fabricante de possibilidades sinistras. Chega-se a sofrer por hipóteses as mais remotas, as mais inverossímeis, as mais absurdas. Imaginemos o marido de uma senhora honestíssima. Ele se põe a pensar: - 'e se ela, um dia, me trair?'. É isto que eu chamo sofrer por hipótese. Você sofreria, Kátia, se a situação fosse outra, e outras as circunstâncias. Contente-se com momentos de felicidade, não queria ser feliz as 24 horas do dia. Não sonhe com uma felicidade que não é compatível com a nossa condição humana.Você me perguntou se deve contar a criatura amada o seu ciúme. Acho que não. E explicarei por quê. Na minha opinião, a grande sabedoria, em amor, consiste em ter o ciúme e escondê-lo, ou , então, dar ao ciúme uma exteriorização muito pouco agressiva, muito pouco truculenta. Ouça, Kátia: não acredite que o seu bem-amado a traia. Mesmo que ele quisesse, não o conseguiria. Ninguém gosta de duas pessoas ao mesmo tempo. Assim como ele é o único homem para você, você é, para ele, a única mulher na face da Terra. "
- Nelson Rodrigues.
Nelson é, sem dúvida, um dos meu maiores ídolos. Acho graça do preconceito criado em relação ao que ele escreve, como se ninguém fizesse sexo, como se ninguém traísse, ou coisas assim, além disso, como se ninguém tivesse paixões platônicas. É muita hipocrisia pra mim. E o que move o Homem (isso mesmo, com 'H' maiúsculo, a espécie humana) se não o amor? Nem sempre por outras pessoas, mas por si mesmo, amor pela vida e pelas coisas que o cercam. Começou apenas por uma pura questão de sobrevivência, e atualmente é tratado mais como questão de morte do que vida. O fato é que hoje, amanhã ou a trilhões de anos atrás, não importa, estamos todos fadados a amar.
- Tatiana Cruz.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Descobertas.
"I can hear my train comin'
It's a lonesome and distant cry
I can hear my train comin'
Now I'm runnin' for my life
What makes a man walk away from his mind?
I think I know, I think I might know.
I can feel the wind blowin'
It's sending shivers down my spine
I can feel the wind blowin'
It shakes the trees and the power lines
What makes a man spend his whole life in disguise?
I think I know, I think I might know.
I can see the sun settin'
It's casting shadows on the sea
I can see the sun, it's setting
It's getting colder, starting to freeze
What makes a man want to break a heart with ease?
I think I know, I think I might know.
Well I can hear my train comin'
Looks like time is not on my side
Well I can hear my train comin'
I'm still runnin' for my life
What makes a man pray, when he's about to die?
I think I know, I think I might know. "
- What makes a man? por City and Colour.
Dallas Green sobre seu novo álbum, que será lançado esse ano: "I am currently working on the title, but they call it falling because that is the albums theme. I don't mean falling off your bike or anything, I mean falling from society, falling from life."
Por enquanto a melhor coisa que descobri esse ano, estou amando.
- Tatiana Cruz.
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